Olho para os lados e só vejo breu

Vejo semblantes de reprovação

Nenhuma mão estendida para mim

Ouço risos de deboche vindo do fundo dessa sala escura

O ânimo de viver lentamente se esvaindo

Mas eis que finalmente vejo uma porta se abrindo

E dela vem um feixe de luz

Uma luz que invade a sala

E vejo que tudo era apenas uma ilusão da minha mente

Minha mente que estava me sabotando

Todos a minha volta estavam me sustentando

Sustentando para que eu não caísse no breu

Sem volta,

Sozinho.

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